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7 de janeiro de 2011

Piedade

Com uma certa subtileza, e sobretudo gosto, encontram-se maneiras de explicar tudo.

A matemática não parece incluída aqui, mas de facto é, para mim, dotada de uma carácter nada lógico e evidente, mas tão poético e barroco.
A ornamentação, a distância percorrida para pensar numa outra linguagem. A submissão voluntária a um renascimento do comum pensamento, do observável.

Magnífico.

Saudações aos que fazem a matemática pensando assim.

Ora, uma outra forma de manipular a verdade é a minha por exemplo. Mero entretimento meus caros, mero entretenimento. Mas por vezes aprende-se, ou lê-se alto as frases, mesmo estando só, como que quem precisa de ouvir para ter a certeza daquilo que pensa ver, um reforço da verdade atingido por o uso de outro sentido, a audição. perfeitamente compreensível. E com tudo isto, realmente satisfaço-me, em explorar esta linguagem, semelhante à matemática, mas só da minha perspectiva. Sim admito que escrevo de uma forma extremamente egoísta.

Apelo ao sentido de que não o faço com dolo, a ti, aliás acredito que todas as frases podem ter um uso, prático até, arrisco dizer.



Acrescento que aprovo qualquer forma de música nacionalista, é à custa de erros de outros que faço grandes encenações teatrais. Por vezes não me consigo convencer a mim mesmo que quando encarno um Nazi, não sou de facto um nazi. Conto com a minha memória portanto, para me salvar do teatro