25 de julho de 2011

Tudo por causa do ócio

A morta vontade de carregar sapiência e usá-la ferozmente enquanto na multidão.
E desesperos da memória antiga, lutando contra o ser obsoleta, e quando a extinção?








Quando se instala mudança não convidada, prossegue-se o uso velhos valores para mascarar falta de pessoa, para mascarar ausência de pensamento.

4 comentários:

  1. De nada serve o ócio.

    É difícil reconhecer o verdadeiro valor da sapiência. Tal como a emoção também pode originar desgosto.

    O passado e as memórias enquanto refúgios distorcem a realidade.

    A harmonia sem sentido da imagem com a palavra.

    Um festim para os sentidos.

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  2. Este comentário foi removido por um gestor do blogue.

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  3. Gosto de pensar que a dúvida transmite algo à vida, mesmo que também seja triste.

    Sempre que leio as tuas palavras interrogo-me sobre qual era o teu "estado de espírito" enquanto escrevias.

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  4. What I meant to say was that written words only allow you to suppose the emotions of the writer, and that when you read something you have the tendency to see your own emotions.
    On the other hand when you're able to see someone's facial expressions, it's easier to understand their emotions.

    I didn't meant to say that your state of spirit needed to be something extraordinary or romantic.

    For example when you told me that those who don't understand with certainty are usually sad, and that you don't even understand if you have certainties.
    I was in doubt about your feelings, because I didn't know if you felt sad or not.

    "Os olhos são o espelho da alma"

    What did you mean when you said that I change a lot.

    (by the way I wrote in english, because it was easier for me to express what I was thinking)

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