30 de julho de 2009

Floreados de acordeão

Na estreia da série de concertos, o violinista fixava a pedra de resina entre os seus dedos, o violino ignorava, estava acostumado a tais maneirismos do dono, este por sua vez, não esperava mais que a sua repetida reacção, tinham uma boa relação no entanto, cheia de batalha, mas uma batalha física e mental, sempre um tentando conquistar o outro. Amor.

O repertório era variado e nunca de tal maneira virtuoso, merecia uma certa preocupação da parte do executante, mas não este violinista, não este violino, este vivia no espectáculo, ignorando quem observa, ele apenas tinha olhos e ouvidos para o seu violino e este para os dedos calejados do artista, vivia pela sua obcessão, e assim fazia com que seus dedos, parecessem dominados pelos deuses e pelos domónios, cada uns para cada mão, sempre em disputa infindável.
Entrou no palco, e desde então mais nada ouviu que não viesse dos f's do instrumento.
Quebradas as serdas do seu arco, os mais ambiciados concertos, sonatas e tziganes, tinha fluido numa harmonia de paixão e emoção tão intensa que se fazia sentir o calor do silêncio, e as músicas, embora que efémeros pedaços de eternidade, pareciam realmente durar para sempre.
Depois de tal demonstração o violinista foi para os camarins, onde, enquanto tomava um duche, uma bela e alva mulher abriu as cortinas e entrou, sem nada a cobrir a sua pele que não os seus ruivos cabelos, e aí disse, O teu violino tem um som tão belo, com uma certa confusão o músico pegou no instrumento e encostou-o ao ouvido, aí exclamou, Engraçado, não estou a ouvir nada.

46 comentários:

  1. o meu pai é muito meticuloso e todos os cd's que existem cá por casa, fora os que eu compro, são todos dele já de há muito tempo atrás, tipo relíquias. para os vinis a mesma coisa. e eu tenho a tendência para perder as coisas em casa. não perguntes como é que perco as coisas em casa, isso também eu gostava de saber. e o meu pai, conhecendo-me como conhece escondeu-mos porque sabe que eles estando na minha mão desaparecem. claro que aparecem mais tarde, ás vezes debaixo da minha cama, espalhados pelas gavetas, etc.

    não não, era mesmo um leitor de vinis que eu lembro-me :)
    eu tenho, mas também é recente devido ás mesmas razões que já expliquei ali em cima xD

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  2. aaah, que crime! se há coisa com que eu tenho cuidado, são livros e se ficam com a capa estalada fico logo triste xD
    viva mesmo, na minha opinião vale muito mais que a digital. eu uso a analógica tanto como uso a digital, mas depois demoro muito tempo a mandar revelar. acontece que tenho quatro rolos de há meses atrás por revelar. um já é de agosto de 2008 quando comprei a olho de peixe.
    vou sim :)
    ouve lá, eu estive aqui agora a pensar e não cheguei a conclusão nenhuma, que idade é que tu tens agora?

    já apanhei um que pedia para escrever "porçinha", e não sei porquê, achei-lhe piada :)

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  3. não perdi, mas parti-lhe a objectiva e uma peça do obturador, por causa de uma queda.

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  4. eu também podia ter, porque o meu pai tem o material todo arrumado da altura em que praticava fotografia, inclusivé o ampliador. e aínda tem os líquidos, mas como ele é um bocado contra que eu use a analógia, não 'contribui'. e eu não atino com aquela cena de encaixar os negativos no copinho revelador, por isso revelo na escola.
    pois é, eu sei! mas deixa lá que aprendi a lição. quando estraguei essa máquina foi uma semana antes de fazer anos e o meu pai pelos vistos ia-me dar uma mas como estraguei a outra, foi para esquecer. e só dois anos depois, quando ele achou que eu já era responsável o suficiente é que me deu a minha 500D. se bem que agora quem a deixou caír foi ele, mas pronto, funciona e é o que me interessa xD

    ah, pronto andei lá perto. pelas minhas contas já ias nos 16 :)

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  5. eu não atino mesmo. o meu pai deu-me rolos já estragados para eu fazer isso á luz e para ganhar prática para depois conseguir fazer no escuro, mas quê, não conseguia mesmo! então agora dou aquilo para as mãos de quem percebe e tá a andar.
    a om10 é tão linda :o nunca tive uma olympus, as máquinas do meu pai, minhas e a da minha mãe/irmã são todas canon. mesmo as analógicas. só há um lumix ou lá o que é, que se tornou a ovelha negra da colecção.
    ah pois estão, e o papel também xD se bem que era giro experimentar revelar na mesma com eles e ver o que acontecia. o mais provável era estragar um rolo inteiro, mas pronto.

    isso mesmo, segue artes, nunca design gráfico ;) ah pois, é verdade, agora vão existir também cursos de música nas secundárias. já não me lembrava :)

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  6. ah, já sei :) há lá outra rapariga na turma de artes do 11º que também anda na academia e só tem (provavelmente) essas quatro disciplinas.

    fico á espera :D

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  7. eu também tenho um truque mas que nem sempre resulta. é suster a respiração durante 10 segundos, logo após o primeiro soluço. desta vez não resultou, não fui a tempo.

    é suposto eles pararem logo?

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  8. pararam, grazie :D
    daqui a meia hora já os tenho outra vez xD

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  9. eu devo ter uma deficiência qualquer, porque sempre que soluço é para o dia todo. páram durante algum tempo mas voltam outra vez e passo o dia nesta aflição. por isso é que tenho medo dos soluços porque quero falar e saem coisas como "ó-la" e "ó-mãe". e depois dói a respirar quando se soluça ao mesmo tempo.

    mais que isso, é viver. e depois vem a arte do viver. qualquer dia diz-se também que fazer a digestão é uma arte.

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  10. oh, fui útil hoje 8D

    nãã, deixa-o estar no fundo branco que eu tou bem no meu fundo laranja.

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  12. não é no instrumento onde reside a música nem o que a torna bela ou grotesca, é nos labirintos do músico onde aí vive a beleza ou a fealdade da música.

    o instrumento apenas torna visível o que o músico debilmente esconde de sim mesmo e do mundo.

    as cordas do violino falam porém, não criam as palavras.

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  13. Experimenta Arthur Schopenhauer. Procura o que escreveu sobre estética, e aí, o que escreveu sobre a música. Talvez gostes, talvez já tenhas lido. Mas se tivesses lido acho que o tinhas substituído por um ou outro que tens nos teus "preferidos".

    Se te apetecer, passa no meu blog e lê.

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  14. era isso que eu te ia pedir, mas foste mais rápido. obrigada :D

    nunca lá fui. já ouvi falar, já vi o espaço através de fotografias, mas nunca lá fui.
    eu bebi ontem duas canecas daquelas grandalhonas e sabe mesmo bem :)

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  15. é bem verdade. mas é sempre a expectativa que encontrar algo que estimula o desejo de explorar.

    "tinha fluido numa harmonia de paixão e emoção tão intensa que se fazia sentir o calor do silêncio, e as músicas, embora que efémeros pedaços de eternidade, pareciam realmente durar para sempre."

    gostei muito, está mesmo genial.

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  16. não a carta não é minha. pertence ao filme Atonement (Expiação).

    já viste o filme?

    escrevi em inglês, por ser a versão original da carta.

    é no inicio que se vê a realidade das emoções que ela transporta.

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  17. ah sim! eu conheço essa citação, creio que falei dela numa aula qualquer de filosofia.
    aplica-se bem neste caso, sem dúvida.

    ora essa, não tens de quê (:

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  18. mas não é o facto de viver-mos em sociedade que acho catastrófico, aliás é necessário para o nosso desenvolvimento.

    mas a sociedade transforma aquilo que é único em obvio, e transforma-nos em reflexos daqueles que nos rodeiam. mesmo quando achamos que somos únicos vemos que fomos arrastados directa ou indirectamente até aquela escolha que julgávamos ser nossa, mas que pertence de facto aos outros.

    nada é original, apenas tomamos como nosso aquilo que outros já disseram ou fizeram.

    a vulgaridade estende-se e a ignorância aumenta.

    mesmo agora em que sabemos o cataclismo ambiental se aproxima, não agimos. permanecemos inertes.

    aquele que um dia compreender o paradoxo que a mente humana apresenta, possui a chave para alterar a sociedade.

    não vivemos consoante aquilo em que acredita-mos, vivemos consoante a rotina que mantêm o nosso equilíbrio.

    e acho seriamente preocupante que o Homem, permaneça imutável e não lute mais, apenas porque agora se considera um ser superior. vivemos tão cercados de elogios a nós próprios e rodeados de vida construída por nós, que esquecemos que somo insignificantes perante a magnitude daquilo que não vemos.

    espero que gostes do Atonement, é realmente um filme que me marcou, não só pelo facto de ser numa época histórica pela qual me interesso (2ª guerra mundial), mas também porque através de encontros fortuitos e breves nasce uma paixão e um amor inalcançável e como ambos se unem, embora afastados.

    p.s fiquei interessada em ver o filme walking life.

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  19. iniciando-me pela questão ambiental, embora entenda o teu ponto de vista de que alguns realmente possuem mais poder de mudar o curso do problema, do que outros. duas coisas me fazem acreditar que realmente podemos mudar e alterar o esperado com pequenas acções.

    1º uma vez ouvi dizer: o bater de asas de uma borboleta é suficiente para todo o rumo dos acontecimentos se alterar.

    2º contaram-me um dia 1a história.

    um rapaz estava na praia a salvar estrelas do mar que tinham sido arrastadas pela maré. mas eram milhares, um homem passou e perguntou: _ porque te dás ao trabalho de tirar umas quantas se as restantes vão morrer. o rapaz respondeu: _ se milhares de pessoas estivessem a morrer não estenderia a mão a nenhuma delas só porque não podia salvar todas.

    apenas porque nem todos estamos despertos para a realidade, não significa que os ouros tenham de aguardar imóveis.

    e sim o equilíbrio não reside na rotina de quem vive diariamente, mas alguns estão tão encerrados dentro da sua cúpula que tem medo de se perder caso a sua vida se altere, e embora acho uma ideia errada de equilíbrio, compreendo a sua formação.

    por vezes é mais fácil resistir aos desafios que nos são colocados se tivermos uma ordem estabelecida na nossa vida.

    e em relação á última citação que deixaste, acredito que o medo é talvez aquela que seja mais universal. o medo controla-nos, leva-nos a acreditar em visões irrealistas, despoleta guerras, disputas, e separa-nos. mas também nos une quando é um medo conjunto, muitas vezes ajuda a reunir a coragem necessária para o vencer.

    mas pergunto-me se ás vezes valerá a pena, porque a realidade é que o espaço entre o chimpanzé e nós é de facto menor entre nós e aqueles que nunca irão ser esquecidos, aqueles a quem a morte não vence.

    os restantes alteram o percurso de muitos, mas são esquecidos. era o que Aquiles mais receava ser esquecido no tempo.

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  20. as imagens não são do Atonement, mas sim do Pride & Prejudice, outro filme admirável.

    a Keira é de facto incrivelmente bela, mas nunca penso nela como Keira Knightley, simplesmente não consigo.
    nestas imagens vejo Elisabeth, personagem principal do filme. a Keira Knightley representa as personagens alterando-se de forma imperceptível, ela literalmente transforma-se na personagem e abandona a pessoa que é na vida real.

    sim é necessário reconhecer o abuso de poder que muitas vezes ocorre por parte dos governos e dos seus representantes, dois países exemplares são os EUA e o Japão, e é de facto necessário estabelecer união entre os homens comuns e reivindicar as medidas apropriadas, mas 1º temos de cumprir aquilo que está já ao nosso alcance.

    concordo que os filósofos se assumiam como Homens superiores em termos de cultura e pensamento, mas muitos tinham também em peso a humildade e alguns nem puderam reivindicar os louvores atribuídos as suas teorias e descobertas, porque foram desprezados enquanto viveram e apenas mais tarde lhes reconheceram crédito.

    quanto ao homem comum, muitos nem procuram entender a si próprios como pessoas nem a sociedade e o que existe fora dela, o homem comum é também culpado da sua ignorância, apenas alguns querem realmente valorizar os seus pensamentos e partilhar as opiniões que formam, mas muitas vezes o medo de falhar também impede de desenvolver as capacidades para além do mínimo exigido e outras vezes, a vaidade toma conta do homem comum que utiliza as descobertas dos pensadores e torna essas descobertas públicas como se ambos estivessem integrados no seu desenvolvimento.

    tanto o Homem do conhecimento como o comum tem por vezes demasiada consciência dos seus feitos e sobrevalorizam o que alcançaram até agora.

    a nível ideológico localizo-me em diferentes níveis, não posso afirmar que concordo ou discordo com a teoria do livre arbítrio, pois também vejo coerência e fundamentos no determinismo. ou seja ainda não sei se acredito na nossa tão aclamada liberdade. no que acredito é na teoria de que tudo tem um espírito, inclusive o nosso planeta. acredito que existe depois da morte dos seres vivos um reencontro num espírito universal.

    mas acho que nunca somos os melhores juízes de nós próprios, pois o Homem terá sempre a tendência de se sobrevalorizar, poucos são realmente humildes, desenvolver a humildade e a honestidade leva 1a vida inteira e mesmo assim nunca atingimos o patamar requerido.

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  21. o que me assusta mais qua a morte, é ficar surda/cega/muda como condição permanente. a morte passa, e em parte dos casos nem se sente. aqueles três apodrecem qualquer um que os adquira a meio da vida.

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  22. que bem escrito. e que bem retratado.

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  23. isso agora já é tudo a electricidade. máximo dos máximos invejavam a minha vista priviligiada.

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  24. nãã, eu sei que não bebi, tenho a certeza absoluta ;)

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  25. eu também não gosto de alcóol, aliás é muito raro beber.
    só apanhei a bebedeira uma vez, mas ressacas apanho muitas, mesmo sem beber -.-

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  26. eu tenho a teoria que talvez seja da mistura de cigarros e o fumo dos respectivos, barulho e o cansaço que provocam as conversas, ao longo da noite 8)

    exacto, quando é, é. eu acho que já cheguei a ser bobo da corte.

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  28. e agora das duas uma: ou isto passa ou internam-me num hospital psiquiátrico.

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  29. desculpa só responder hoje ao teu comment.

    no comentário falas de uma teoria de Platão, fiquei um pouco intrigada com essa teoria, porque embora de facto os filósofos sejam aqueles que desenvolvem novos caminhos para o desenvolvimento de muitas áreas, penso que poderá existir dentro dos membros potencial desperdiçado, valorizo mais o carácter que a genialidade.

    e sem os membros o corpo não se poderia movimentar e até os melhores filósofos se veriam transformados em nada sem os homens comuns.

    quanto ao egocentrismo, penso que poucas pessoas não são egocêntricas, Nietzsche acreditava que quando ajudava-mos os outros estávamos na realidade a ajudar-nos a nós mesmos a sentirmo-nos melhor, e a realidade é que hoje em dia muitas pessoas que realizam actos de caridade os usam em beneficio próprio.

    muitos apesar de darem em abundância, dão aquilo que lhes é dispensável, dá mais aquele que só dá duas moedas mas que fica sem nenhuma e não reclama agradecimentos do que aqueles que dão imenso e ainda querem ser reconhecidos pelo seu esforço.

    o egocentrismo é na minha opinião um defeito muito difícil de combater, estamos sempre tão concentrados nas nossas tristezas e problemas que não nos apercebemos do sofrimento dos outros.

    e relativamente a mim também me encaro como um pouco egocêntrica, embora ache muito importante o facto de admitirmos que existe em nós esse defeito, muitas pessoas renegam ser egocêntricas, o que em si é já um acto de egocentrismo para tentar manter as aparências.

    regressando ao livre-arbítrio, acho que o Homem se acha erradamente livre, é na maioria uma ideia de conforto para o Homem pois se nós soubéssemos que éramos prisioneiros de algo a vida como que perdia o seu sabor único, assim por dizer, mas mais que a liberdade nós acreditamos possuir a verdade, o que não concordo se nós soubéssemos a realidade que realmente acontece em países de 3º mundo, se estivéssemos plenamente conscientes da sua situação ou éramos excessivamente frios para conseguir viver com essa realidade ou então não iríamos conseguir viver com nós próprios.

    e respondendo a tua pergunta sobre a minha crença, o que eu acredito é para já numa essência universal, intitulada de Gaia, a essência da terra é como que o local onde depois da morte a essência de todo o tipo de seres não apenas nós, os animais ou as plantas, mas todo aquilo que habita o nosso planeta se reencontra. esta teoria tem um nome, mas não sei escreve-lo *_*

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  30. mariella is probably some dumb kid who glued her lips together so she never had to speak :)

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  31. já estou tão habituada a vê-las pintadas que agora não consigo vê-las de outra maneira -.- e se não as tiver pintadas estou sempre a roe-las, por isso, tê-las pintadas não é mau de todo 8)

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  32. pintar as unhas de branco é muito á tia :b
    eu fico-me pelas várias tonalidades do vermelho :)

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  33. eu adorava ter uma parede vermelha cheia de lomos, adorava mesmo *.*
    eu vi isso num catálogo :) a minha próxima aquisição lomográfica será uma diana f+.

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  37. porque tanto a diana+ como a holga têm funções muito semelhantes, e a diana é mais barata. e como vou ter que ser eu a comprá-la porque o meu pai não quer que eu use analógicas, vai saír do meu bolso 8)

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  38. pois tem, óh :|
    mas eu tenho um truque que faz o mesmo que o colour splash. papel celofane :b

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  39. é pá, já. e a única coisa que fez foi pôr-me a rir xD

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  40. apesar do preto e branco da foto, sim, estão vermelhas 8)

    não vou com antónio variações -.-

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  41. também vai ter tinta, mas essa parte (que parecia ser a mais dificil) já está. agora lembraram-se de papel de parede e eu que o escolha. mas é chato porque são todos tão bonitos que por mim punha uma tira de cada 8D

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  42. eu também achei de génio. fiquei sentada no chão a rir-me uns 10 minutos
    as coisas que uma pessoa descobre a arrumar o sotão!

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Os Reflexos